Os espetinhos também fazem parte da culinária malgaxe, mais precisamente da região norte do país, e é curioso que antes de viajar, com o mapa aberto, eu achava que uma caminhada de meia hora poderia chegar facilmente no local, mas ao ver as ruas com total falta de iluminação pública, este foi mais um local visitado com a viagem de ida e volta fechados com um taxista, lembrando mais uma vez que não há app de transporte no país.
A rua do Milomboko é bem animada, com direito a música alta e movimento de clientes. Algo inesperado, mas que ajudou muito foi ter a compania do taxista, que me ajudou muito a fazer os pedidos, pois não havia cardápio.
O masikita é o nome do churrasquinho no espeto, primeiramente o de carne de zebu, a porção é pequena, me lembrou o porcionamento dos espetinhos asiáticos, como japonês e da Malásia. A carne é firme, mas não dura, com adição de sal. A outra opção foi a de coração bovino, que achei mais saboroso que o de carne, e também só leva sal, é um primo distante do anticucho peruano. Para acompanhar pedi uma porção de arroz, contudo é bem popular como acompanhamento um tipo de pão parecido com o naan indiano.
Nota: 7,5/10 carne e 8/10 coração bovino
O frango na brasa é chamado de akoho ritsy, infelizmente foi a única oportunidade que tive no país de provar algum prato com frango, o corte da sobrecoxa, lembou o churrasco de frango brasileiro. Outros acompanhamentos foram servidos junto, o sakay, molho de pimenta verde e o achard de papaye verte, uma salada de mamão papaya, cenoura e tomates curtidos no vinagre, muito bom para dar contraste com as carnes.
Nota: 7,5/10









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